quinta-feira, 19 de março de 2009

Que venha a Primavera!


A Primavera é a estação florida da vida, há que mantê-la sempre viva e colorida dentro de nós.
Dia 14 de Março, celebrei mais uma aniversário: 30 Primaveras!
Foi bom comemorar este aniversário junto dos meus amigos mais queridos e também junto do meu companheiro que está comigo no bom e no mau.
É engraçado que no meu dia de anos olhei-me ao espelho e deparei-me com um rosto jovem apenas com uma ruga de expressão (modéstia à parte). A verdade é que toda a mulher tem receio de se olhar ao espelho pois será confrontada com algo que não quer ver: a sua imagem envelhecida. Eu não me importo de envelhecer! Aliás, gostaria de envelhecer ao lado de quem amo e ter consciência da vida que tive.
Eu conheci pessoas que nunca irão envelhecer pois manter-se-ão sempre jovens no meu coração. Falo de pessoas que amei e que amo pois sei que não é a morte que nos impede de amar aqueles que já partiram e não estão conosco fisicamente.
A vida ensina-nos a viver com esperança mesmo depois de cada inverno há sempre uma primavera que chega sorridente, alegre e jovem que nos traz a vitalidade necessária mesmo que os nosssos ossos rangem como uma porta velha...

quinta-feira, 12 de março de 2009


No dia 12 de Março de 1945, morre de tifo e inanição, uma adolescente cujo diário popularizou-se no mundo inteiro, Anne Frank. Ela relatava os horrores da perseguição nazista contra os judeus. Ela e a família foram enviadas para um campo de concentração nazista depois do seu esconderijo ter sido denunciado por um vizinho.

O seu diário imortalizou esta jovem sonhadora que descobriu o amor pelo Peter, um jovem judeu que partilhava o anexo com a sua família. O seu diário personificado em Kitty continha tudo o que sentia, pensava e o que fazia. Kitty e,logo depois Peter eram seus únicos amigos dentro do Anexo Secreto.

É um livro repleto de emoções que vale a pena ler!

terça-feira, 10 de março de 2009

Ainda sobre o chocolate e a vida...


CHOCOLATE QUENTE

Um grupo de jovens licenciados, todos bem sucedidos nas carreiras, decidiu fazer uma visita a um velho professor, agora reformado.
Durante a visita, a conversa dos jovens alongou-se em lamentos sobre o imenso stress que tinha tomado conta das suas vidas e do seu trabalho. O professor não fez qualquer comentário sobre isso e perguntou se gostariam de tomar uma chávena de chocolate quente. Todos se mostraram interessados e o professor dirigiu-se à cozinha, de onde regressou vários minutos depois com uma grande chaleira e uma grande quantidade de chávenas, todas diferentes - de fina porcelana e de rústico barro, de simples vidro e de cristal, umas com aspecto vulgar e outras caríssimas. Apenas disse aos jovens para se servirem à vontade. Quando já todos tinham uma chávena de chocolate quente na mão, disse-lhes:
- Reparem como todos procuraram escolher as chávenas mais bonitas e dispendiosas, deixando ficar as mais vulgares e baratas... Embora seja normal que cada um pretenda para si o melhor, é isso a origem dos vossos problemas e stress. A chávena por onde estais a beber não acrescenta nada à qualidade do chocolate quente. Na maioria dos casos é apenas uma chávena mais requintada e algumas nem deixam ver o que estais a beber. O que vós realmente queríeis era o chocolate quente, não a chávena; mas fostes conscientemente para as chávenas melhores...
Enquanto todos confirmavam, mais ou menos embaraçados, a observação do professor, este continuou:
- Considerai agora o seguinte: a vida é o chocolate quente; o dinheiro e a posição social são as chávenas. Estas são apenas meios de conter e servir a vida. A chávena que cada um possui não define nem altera a qualidade da vossa vida. Por vezes, ao concentrarmo-nos apenas na chávena acabamos por nem apreciar o chocolate quente que Deus nos ofereceu. As pessoas mais felizes nem sempre têm o melhor de tudo, apenas sabem aproveitar ao máximo tudo o que têm. Vivei com simplicidade. Amai generosamente. Ajudai-vos uns aos outros com empenho. Falai com gentileza...
... e apreciai o vosso chocolate quente.
(autor desc.)

segunda-feira, 9 de março de 2009

Forever Young, I wish i could

Lembram-se do single «Forever Young» dos Alphaville?
Aqui têm uma nova versão que ouvi hoje na Antena 3 do grupo
Youth Group. Um espectáculo!!!

sexta-feira, 6 de março de 2009

Apreciem a música e o poema, é claro!...




Se querer é pecado
Se amar-te é sacrilégio
Se ver-te é desafiar Deus
Então quero ser pecadora eternamente
Desejar-te é uma luta constante
Entre a paixão incandescente e o amor terno
Quero-te venerar
Nas areias do luar
Sentir os teus braços
Fortes como laços
Que me abraçam
Num fogo lento de sensualidade
Meu coração louco
De ti, apenas desejo o pouco
Que lhe podes ofertar.
Em carícias de desespero,
De sentimentos profundos,
Amar-te é minha delícia loucura
Quero, em mim, o sabor
Dos teus beijos colhidos no calor das macieiras.
Falo-te mas não me ouves
Aceno-te mas não me vês
Sinto-te mas tu estás desaparecido.

Matilde Goya

A Poesia Acontece...


«A Poesia Acontece»

Lançamento do livro no dia 7 de Março às 21h

na Junta de Freguesia S.B. Messines


Se é amante de poesia não falte!!




O poder mágico do chocolate!!



Sabem o que me apetecia agora?
Um saboroso chocolate quente, com a sua espuma cremosa, com o seu odor adocicado a canela...
O chocolate é, provavelmente, uma das bebidas mais antigas, o seu aparecimento data entre 1100 e 1400 a.C. Já a civilização maia cultivava os grãos de cacau nos seus quintais para confeccionarem um líquido amargo.
O chocolate era apreciado tanto em cerimónias especiais como no dia-a-dia. Era conhecido como xocoatl e os maias temperavam-no com baunilha e pimenta. Acreditava-se, nessa altura, que o xocoatl era óptimo para combater o cansaço. De facto, eu também, quando me sinto cansada psicologicamente, adoro trincar uns quadradinhos de chocolate preto.
O chocolate não era para as posses de qualquer um, pois era um bem muito luxuoso, servindo de moeda de troca na sociedade pré-colombiana.
Este precioso líquido de aroma tão agradável só começou a ser posto nas mesas europeias quando os Espanhóis dominaram o povo asteca. Mas, claro que só quem o podia adquirir eram os membros da corte e da realeza.
Os Europeus, ao descobrirem as propriedades maravilhosas do chocolate, entre as quais anti-diarreico, trataram logo de começar a cultivar o cacau, obrigando os escravos nas suas plantações. (Ai vida ingrata! Há sempre alguém que é escravo).
Em 1657, os Britânicos tiveram oportunidade de consumirem o seu hot chocolat na primeira chocolateria, na Bishopsgate Street em Londres.
Em 1689, quando passeava pela Jamaica, o médico Hans Sloane provou o chocolate típico daquela região, mas não apreciou a bebida, mas quando misturou leite com chocolate, concluiu que tinha um sabor mais agradável. A fórmula viajou até Inglaterra fazendo sucesso com os irmãos Cadbury.
A popularidade do chocolate foi crescendo tal como o número de plantações nas Caraíbas, Extremo Oriente e África. O preço do chocolate começou a descer, tornando-se um bem cada vez mais acessível a todos.
Os impostos que se pagavam pela importação do cacau reduziram, em 1853, sendo que a Revolução Industrial deu uma grande ajuda no transporte deste produto.
O interesse geral no chocolate aumentou, principalmente, no seu fabrico, que numa fase inicial era reservado apenas aos boticários e aos químicos sendo que era considerado como uma espécie de medicina. Eles possuiam os conhecimentos e os equipamentos para aquecer, pesar e misturar os ingredientes. Até ao chocolate que comemos hoje, foi um pulinho...
Acerca das propriedades maravilhosas deste produto, nem vou falar que todos já sabemos!!
Por isso, aproveitem o fim-de-semana e vão dar um saltinho à Feira do Chocolate à Óbidos!!

Sorri...

Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios
Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador
Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos
Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz

Charles Chaplin

quarta-feira, 4 de março de 2009

Nunca tive coragem...


Nunca tive coragem de enfrentar o teu olhar
que era a cor do mar,
Nunca a minha voz soltou uma palavra de amor
Mas o meu coração sente agora a dor
de te ver partir
para uma estrada sem fim,
Não esperaste por mim
Sei que não vou deixar de sentir
o punhal que se crava no meu peito
o destino está feito
os deuses levaram-te
e eu não consegui impedir...

No teu túmulo
cai agora uma lágrima,
a imagem reflecte um jovem belo
iluminado por um sorriso radioso
que dão uma expressão alegre ao rosto moreno.
Toco no vidro que nos separa,
como sempre nos separou.
À noite, os sonhos faziam-me feliz ao teu lado,
De dia, estavas distante,
eu era apenas uma vaga lembrança
remetida ao passado.
O meu amor por ti nunca passou e
nunca passará,
Agora já posso dizer «amor»
mas tu não estás aqui...
Mergulho no mar
na esperança vã
de encontrar o teu olhar e abraçar-te...

Desemprego


O desemprego fez mais uma vítima: Eu!
Sem trabalho, sem perpectivas, sem esperança!
Aqui estou eu plantada em frente a um computador, horas infindáveis
a procura de uma oferta de trabalho decente que não implique muitas deslocações,
nem muitos gastos.
Os indicadores desenham um cenário muito negro para 2009 com uma taxa de desemprego a rondar os 8%. Nós, funcionários, somos contabilizados em números e não em pessoas de carne e osso. De facto, é desolador quando recebemos uma carta que nos informa o nosso despedimento. Não é só uma carta que nos cai nas mãos, é uma bomba que nos vira completamente ao avesso, desfaz os nossos planos num ápice, deprime-nos completamente pois a perpectiva de arranjar outro trabalho é miníma. Mas enfim, temos que esperar e ver...